Arquitectura Teses de Doutoramento
|
|
|
|
|
Arquitectura como
imagem,
Autor:
Bandeira, Pedro
Jorge Monteiro
Tese de Doutoramento em Arquitectura, ramo do conhecimento de Cultura Arquitectónica
Universidade do Minho
|
| Arquitectura como imagem, obra como representação |
| sujectividade das imagens arquitectónicas |
|
Índice Introdução Arquitectura como Imagem (p. 2) Maquetas Duplicação Aparente (Hiroshi Sugimoto) (p. 9); Modell (Thomas Demand, Albert Speer, Max Baur) (p. 15); Maquetas e Imaginário (Bernard Voita, James Casebere) (p. 26); Maqueta como Ideologia (Domènec) (p. 31); Maqueta como Miniatura (p. 35); Maqueta como Souvenir (Torre Eiffel) (p. 36); Maqueta como Desvio (Marcel Duchamp) (p. 44); Arquitectura como Miniatura (Lacaton & Vassal) (p. 48); O Lugar do Observador (Duane Michals) (p. 51). Fotografias Fotografia de Arquitectura (p. 54); Monumento e Memória (p. 59); Invenção, Ferro e Betão (p. 60); Enquadramento e Fotomontagem (p. 63); Perfeição, Encomenda e Contraste (p. 66); Volumes e Sombras, Transparência e Reflexos (p. 69); Cliente Ideal (p. 70); Forma, Abstracção e Detalhe (p. 73); Terrain Vague e outras Ruínas (p. 75); Quotidiano Banal (p. 82); Imagem Descartável (p. 86). Fotografias Desfocadas Clivo Barbieri, Tom Merilion, Marc Räder (p. 89); Günter Forg (p. 97); Hiroshi Sugimoto (p. 99); Thomas Ruff (p. 104); Heidi Specker, Gosbert Gottmann (p. 109); Ver Desfocado (p. 111). Obra Como Representação Imagens de Herzog & de Meuron (p. 115); Imagen de Casa (p. 122); Imagem versus Obra (p. 129); Imagem Invertida (p. 132); Imagens de Rem Koolhaas (p. 137); Say ¥€$ to Everything (p.151). Conclusão Julius Shulman Stood Here! (p. 166); Projectos Específicos para um Cliente Genérico (p. 167).
Resumo Arquitectura Como Imagem, Obra Como Representação é uma reflexão acerca das imagens arquitectónicas, da sua concepção e produção, do seu significado e aceitação. Procurando um entendimento abrangente da disciplina da arquitectura, no âmbito de uma produção cultural, este trabalho debruça-se sobre a importância da imagem arquitectónica para além da mera representação técnica. Neste sentido, são exploradas as potencialidades de um pensamento arquitectónico a partir das suas imagens assumidas como lugar em si, isto é, como meio e fim, radicalizando uma postura que se distancia da quase inquestionável necessidade de materializar a arquitectura. No âmbito deste trabalho, a obra arquitectónica edificada é associada à ideia de um lapso temporal ou representação intercalar de um processo imagético terminado antes. Mas também o depois da obra edificada é marcado por toda uma produção visual mediatizada que reiterará o regresso ao plano do papel, ao plano das ideias. A partir de vários casos e instrumentos de representação arquitectónica (maquetas, fotografias, modelos digitais), procura-se um sentido das imagens que reafirme o seu poder de substituição, mediatização, consagração ou estetização da arquitectura. Defender-se-á que as imagens arquitectónicas, hoje, tecnicamente descodificadas, estimulam uma acessibilidade ímpar a um público vasto reiterando uma interactividade muito provavelmente herdada de uma cultura digital. Resumindo, Arquitectura Como Imagem, Obra Como Representação: subjectividade das imagens arquitectónicas é um ensaio optimista sobre as imagens, as possibilidades que nos oferecem e a sua responsabilidade na construção da presciência e da memória da arquitectura, assim como da produção cultural.
Trabalho
Completo: |
|