Ciências Económicas e Empresariais Gestão
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Experiências de Hawthorne
Autor: Paulo Nunes (Economista, Professor e Consultor de Empresas) Contributos: sem contributos... se é especialista nesta matéria, ajude-nos a enriquecer o nosso site... contacte-nos para knoow.net@gmail.com Data de criação: 05/08/2010 Resumo: Apresentação das experiências de Hawthorne realizadas por Elton Mayo e das suas principais conclusões... ver artigo completo Palavras chave: gestão, teoria das relações humanas Comente ou leia outros comentários a este artigo |
Experiências de Hawthorne |
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Conceito de Experiências de Hawthorne As experiências de Hawthorne foi um estudo, realizado por Elton Mayo entre 1924 e 1932, numa fábrica da Western Electric Company em Hawthorne (próximo de Chicago), as quais estiveram na origem da Teoria das Relações Humanas. O objectivo inicial destas experiências era o de determinar como as mudanças nas condições de remuneração e de trabalho (iluminação, temperatura, períodos de descanso, acidentes de trabalho, fadiga, rotação do pessoal, etc.) influenciam as pessoas e a sua produtividade do trabalho. Para isso é efectuada a subdivisão de uma oficina de rebobinagem em duas partes: numa são efectuadas alterações nos horários, no nível de luminosidade, nos tempos de descanso, etc., enquanto a outra é mantida como grupo de controlo. Tal como o esperado, as suposições de que a produtividade aumentava com a melhoria das condições de trabalho confirmaram-se nestas experiências. A grande surpresa ocorreu quando os investigadores observaram que a produtividade também aumentava quando as condições de trabalho eram deterioradas. Chegou-se assim à conclusão de que as relações humanas e o ambiente de trabalho que daí resulta e a criação de laços entre os operários que se sentiam observados por uma administração preocupada com o seu bem-estar são muito mais importantes para o aumento da produtividade do que as simples condições físicas e materiais de trabalho. Dava-se assim o fim do pressuposto do “homem económico” em que se baseava a Escola Clássica, dando lugar ao pressuposto do “homem social”.
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